Helena Marques
Direção de produto
Conduz a fase de imersão e mantém o projeto ligado aos números do negócio. Quinze anos entre varejo e saúde digital.
Sobre o estúdio
A Sinal Atlântico começou em 2014, numa sala em frente à Baía de Guanabara, com uma ideia simples: produto digital se faz perto de quem usa, não a partir de um documento de requisitos.
Naquele primeiro ano, éramos três pessoas e um único cliente: uma rede de farmácias que precisava trocar um sistema de estoque que travava toda sexta-feira. Não tínhamos apresentação institucional, nem portfólio. Tínhamos a disposição de entender o problema de verdade antes de prometer qualquer coisa.
Doze anos depois, mudou a escala, não o método. Continuamos começando pela pergunta incômoda — “isso precisa mesmo ser construído?” — antes de abrir o editor de código. Boa parte do nosso trabalho é ajudar empresas a não construir o que não precisa existir.
Tecnologia envelhece. O que sobrevive é a clareza com que um sistema foi pensado. Por isso preferimos arquiteturas que cabem na cabeça de uma pessoa a torres de serviços que só um especialista entende. Menos partes móveis, menos lugares onde o problema se esconde.
Também acreditamos que a equipe do cliente é parte do projeto, não plateia. Tudo o que construímos é entregue documentado e em repositórios sob o controle de quem contratou. Quando saímos, ninguém fica refém de nós para mudar uma cor ou corrigir um campo.
“Não vendemos horas nem tecnologia da moda. Vendemos a tranquilidade de ter, do outro lado, gente que pensa no seu negócio antes de pensar no código.”Manifesto da Sinal Atlântico
Quem conduz
Não temos camadas de gerência entre você e quem faz o trabalho. As pessoas que conversam no início são as mesmas que entregam.
Direção de produto
Conduz a fase de imersão e mantém o projeto ligado aos números do negócio. Quinze anos entre varejo e saúde digital.
Engenharia
Responsável pela arquitetura e pela qualidade do que vai para produção. Acredita que código chato e previsível é um elogio.
Design de interface
Cuida da experiência e do sistema de design. Defende que acessibilidade não é recurso extra, é o piso do trabalho.
Dados e análise
Transforma planilhas dispersas em painéis que respondem perguntas de negócio. Gosta de números que cabem numa frase.
Conte o que está tentando resolver. Respondemos com honestidade — inclusive quando achamos que não somos a melhor escolha.