Sinal.Atlântico EST. 2014 Iniciar conversa

Sobre o estúdio

Software como ofício, não como linha de fábrica

A Sinal Atlântico começou em 2014, numa sala em frente à Baía de Guanabara, com uma ideia simples: produto digital se faz perto de quem usa, não a partir de um documento de requisitos.

Naquele primeiro ano, éramos três pessoas e um único cliente: uma rede de farmácias que precisava trocar um sistema de estoque que travava toda sexta-feira. Não tínhamos apresentação institucional, nem portfólio. Tínhamos a disposição de entender o problema de verdade antes de prometer qualquer coisa.

Doze anos depois, mudou a escala, não o método. Continuamos começando pela pergunta incômoda — “isso precisa mesmo ser construído?” — antes de abrir o editor de código. Boa parte do nosso trabalho é ajudar empresas a não construir o que não precisa existir.

No que acreditamos

Tecnologia envelhece. O que sobrevive é a clareza com que um sistema foi pensado. Por isso preferimos arquiteturas que cabem na cabeça de uma pessoa a torres de serviços que só um especialista entende. Menos partes móveis, menos lugares onde o problema se esconde.

Também acreditamos que a equipe do cliente é parte do projeto, não plateia. Tudo o que construímos é entregue documentado e em repositórios sob o controle de quem contratou. Quando saímos, ninguém fica refém de nós para mudar uma cor ou corrigir um campo.

Três compromissos que assumimos por escrito

  • Entregas frequentes em ambiente real, para que você nunca dependa de uma grande revelação no fim.
  • Decisões técnicas explicadas em linguagem que a diretoria entende, não só o time de tecnologia.
  • Propriedade total do código e dos dados do lado do cliente, desde o primeiro commit.
“Não vendemos horas nem tecnologia da moda. Vendemos a tranquilidade de ter, do outro lado, gente que pensa no seu negócio antes de pensar no código.”
Manifesto da Sinal Atlântico

Quem conduz

Uma equipe pequena, com responsabilidade clara

Não temos camadas de gerência entre você e quem faz o trabalho. As pessoas que conversam no início são as mesmas que entregam.

HM

Helena Marques

Direção de produto

Conduz a fase de imersão e mantém o projeto ligado aos números do negócio. Quinze anos entre varejo e saúde digital.

RT

Rafael Tavares

Engenharia

Responsável pela arquitetura e pela qualidade do que vai para produção. Acredita que código chato e previsível é um elogio.

CB

Camila Brito

Design de interface

Cuida da experiência e do sistema de design. Defende que acessibilidade não é recurso extra, é o piso do trabalho.

DV

Diego Vasconcelos

Dados e análise

Transforma planilhas dispersas em painéis que respondem perguntas de negócio. Gosta de números que cabem numa frase.

2014
ano em que abrimos as portas, no Centro do Rio
18
pessoas na equipe atual, todas dedicadas a projetos
3
setores onde acumulamos mais experiência: comércio, saúde e indústria
9
clientes que seguem conosco há mais de três anos

Quer entender se somos o estúdio certo para o seu projeto?

Conte o que está tentando resolver. Respondemos com honestidade — inclusive quando achamos que não somos a melhor escolha.